Rosas Vorazes
- Catherine Vitagliano

- há 2 dias
- 8 min de leitura
⚠️! DISCLAIMER!
Este é um conto erótico vampírico explícito (+18), que contém descrições EXPLÍCITAS de cenas de sexo, BDSM, mordidas e sangue e não deve ser lido por menores!
Você foi avisado e segue a leitura por seu próprio risco e interesse.
Um conto encomendado para O Cartógrafo:
Nota introdutória de recalque deste Cartógrafo:
- Para mim a missão é catar raiado no morro da galinha, torrar a minha grana, levar chumbo, encarar o 06 E ainda reclamam do resultado!
- Para os toreca é fazer surubão em troca do chicote, um chicote por chicotadas, enfim, inveja que chama né? mas beleza...
Rosas Vorazes
Quem se importa com o porquê deles estarem ali? Mas só um pequeno contexto antes de narrar o bacanal: Fato é que três rosas adentraram - sem permissão - na mansão da Senhora Dunsirn.
Sim. A Senhora Dunsirn. Em seu momento de folga. Enquanto ela estava entretida deixando marcas em seu coelhinho amarrado para presente em sua residência.
A audácia só não superou o tesão, nesta linda história de vários finais felizes. Caim protege os lascivos e os pervertidos pelo visto...
Mas vamos aos créditos onde eles são devidos, as carnes de primeira que caíram no prato da carnívora:
A primeira rosa:
Um pichador de calças e sapato socais, 1,70, braços e costas fortes, com uma cintura carnuda voluptuosamente marcada por primorosa técnica de shibari e um afro impecável; Nicolas se move com a ginga, malícia e perigo que apenas alguém da quebrada poderia ostentar. Ao redor de seu grosso pescoço há uma coleira.
A segunda rosa:
Um poeta de roupa social, com a camisa aberta até metade do tórax, um pouco alto, cabelos castanhos ondulados na altura do ombro, corpo esguio e definido; Eros possui uma beleza deslumbrante e peculiar, com a vibe de um hobossexual que exala toda a dor do homem cis branco heteroflexível de classe média alta.
A terceira rosa:
A cantora Pandora. Um mulherão da porra, gostosa para caralho. Diva, serve Cunt com C maiúsculo, serve o que ela quiser, onde ela quiser, a mulher não é nem um palavrão, é a torcida do flamengo inteira xingando um juiz roubado. O tipo de mulher que quando chega você não sabe nem para onde olhar e ajeita a postura e a roupa sem perceber. Morrer entre suas coxas é zerar a vida, só a beleza da curva de seu pescoço já é capaz de deixar em transe de fascínio até quem não é toreador.
E ela estava só de colant... que foi cortado pela Dunsirn em pessoa...
Até me perdi
Mas voltando, esse foi o trio que interrompeu a Sra. Dunsirn.
O início dessa cena é a perfeitamente madura Domme Hecata trajada para o poder e prazer em toda a sua glória e cólera.
É aqui. Quem tem mommy issues chora e a mommy dá mais motivo para chorar. Oh glória! Caim! A tiracolo um rapaz gostoso e amarrado, já a meio caminho do abate. O par da cota hétero do mundo vampírico.
Eros então se voluntaria como tributo.
Preparado para uma negociação dura, Eros resume rapidamente o motivo da visita, mostrando um raríssimo exemplar de um ovo Fabergé como potencial pagamento; mas insinuando com uma abertura de pernas que seus próprios fabergés estavam disponíveis para jogo também.
Domme mommy Dunsirn cospe então na própria bota.
-Lambe.
Precisa, direta e absoluta em autoridade.
Sua voz é firme e posturada, ressoando desde seu belíssimo tórax semi desnudo. Ela não movimenta a cabeça ao falar, apenas olha para baixo, aguardando ser obedecida para avaliar se o desempenho será de seu agrado.
Eros é pego de surpresa momentaneamente. Fazia algum tempo que não o ordenavam dessa forma e certamente nunca antes com tanta perícia.
Sua postura muda. No início da negociação ele se mostrou moderadamente confiante e insinuou provocações, com a tranquilidade de quem está acostumado a ser considerado para além de belo, deslumbrante.
Mas ela aguardava sua humilhação e rendição com uma única ordem "lambe".
E, vendo-o agora, foi possível perceber que a postura de antes do Eros era uma encenação do que ele considerava que se esperavam dele. Relaxou então os ombros, as costas, o olhar; no que parecia ser sua postura mais natural e submissa.
Se ajoelhou onde estava. O homem de 1,85 engatinhou graciosamente até os pés da Domme Dunsirn, recitando um pequeno poema:
"Dona Dunsirn, Madonna mia,
não há nada que me peça
que eu não o faça como honraria."
Se ajoelhou novamente para olhar mais uma vez para Talita Dunsirn de forma adorável. Os olhos castanhos misturados a um verde profundo com reflexos dourados de Eros a contemplavam como quem faz um pedido às estrelas.
Fechou os olhos suavemente e se abaixou para lamber a bota dela. O fez com delicadeza e cuidado, pareciam mais carícias do que limpeza. Ao terminar, voltou a posição submissa sobre os joelhos, parecendo ainda mais vulnerável ao claramente aguardar -inseguro- o veredito de Domme Dunsirn.
O sorriso predador dela foi de satisfação.
Um perfume de almíscar amadeirado e mais um componente instigante e indecifrável foi liberado de alguma forma no ambiente. Todos os presentes agora estavam com rubor da vida ativo.
Uma complexa dança pareceu ter início, de maestria de Dona Dunsirn que a conduzia com seu chicote.
Começando por Pandora, cortou sensualmente suas já diminutas vestes, deixando-a totalmente nua e pronta para ser usada. Mas sem pressa.
Colocou a mão na barriga perfeita da cantora, deslizando diagonalmente até encontrar a borda de seu collant e o levantou de leve com a unha, apenas o suficiente para começar a cortar com uma adaga. O que antes se insinuava agora estava cada vez mais à mostra; mais pele, depois o umbigo perfeito e por fim uma belíssima buceta em formato de tulipa com uma penugem decorativa em formato de coração.
Até os pentelhos dessa mulher eram perfeitos, como pode?
Continuou suavemente com a adaga, agora em direção ao busto. Ninguém tinha nem mais lábio para morder quando Domme Dunsirn cortou o suficiente do collant de Pandora para que este deixasse de sustentar seus belíssimos seios, com aquela balançadinha até ficarem ao natural que te dá calafrios de prazer só de olhar. A última dádiva desta primeira cena foram os pequenos mamilos rosados, cujos brailles devem dizer tesão e volúpia, não duvido.
Entremeando sua elegante e poderosa mão na nuca e cabelos de Pandora, Domme Dunsirn trouxe com firmeza o belo rosto da cantora para o meio de seus próprios seios, que estavam magistralmente enaltecidos por um luxuoso espartilho de couro e metal.
Eu só queria ser aquele corset.
E se a noite parasse por aí já estaria safo. Mas ainda temos mais finais felizes.
O póbi do Sansão que teve a sua noite de dor e prazer interrompida pelas rosas vorazes estava ficando cada vez mais impaciente e irritado, compreensível. Por mim no caso, já Domme Dunsirn o pôs no lugar como o cachorrinho que ele era. Ou coelho, fiquei meio confuso. Ainda pensando no coraçãozinho da Pandora...
Enfim, mas não sem antes atormentar o cachorro alheio que vadiava em sua residência. O cadelo da Daniella não iria sair impune
Nicolas foi pego pela coleira como um cão escorraçado. De quatro, humilhado, chutado, teve ainda a sua cabeça esfregada no chão por Dona Dunsirn pela ousadia de fazer arruaça em território alheio.
Deitado no chão, mas com as patinhas encolhidas, foi pisado pela Domme Dunsirn. Que dizia que iria arrancar suas bolas e pau, colocar um lacinho rosa e enviar para a primigenie gangrel.
Seus ganidos de dor e prazer apeteceram a dominadora, que decidiu que agora já era hora de reforçar o adestramento de seu próprio pet.
Mandou Sansão ir de quatro morder as patas do cadelo da Daniella. E era uma mordida diferenciada, pelo ganido rouco de Nicolas. Ainda sob o estalo do chicote da Sra. Dunsirn, seu pet se alimentou e continuou a morder o rapaz mais baixo e mais avantajado, em uma clara demonstração da hierarquia, colocando-o abaixo de todos, inclusive do cão alheio.
Ainda era possível ver as tranças de Sansão entre as pernas de Nícolas, que continuava deitado no chão com as patas encolhidas, mas abertas para o outro homem, enquanto suas grossas coxas eram perfuradas pelos afiados dentes envoltos em belíssimos lábios do servo de Domme Talita.
Mordidas, sangue e ganidos.
E a noite ainda não havia acabado.
Por fim, a última estalada de chicote de Domme Talita foi para o poeta, o chamando de passarinho. Um tratamento diferenciado que irritou profundamente Sansão, que mordeu com ódio a virilha de Nícolas, para o desespero e prazer deste.
A Sra. Dunsirn manuseou Pandora de forma diretiva e sensual, retirando o seu rosto do meio de seus seios e colocando a outra mulher sentada de costas para si e de frente para o poeta. Acariciou de forma provocante as curvas laterais da cantora desde os seios, passando pela barriga e adentrando as suas coxas, para então abri-las de forma firme na direção de Eros, com a segurança de quem só recebe como respostas às suas ordens um "sim, Senhora".
O poeta estava sem palavras.
Domme Dunsirn ordena então que o seu passarinho, seu poeta, demonstre suas habilidades linguísticas para que ela pudesse ouvir a interpretação da cantora.
Eros hesita por um momento, estarrecido.
Um lampejo de angústia perpassa o seu rosto, mas logo passou.
Ele se levanta, anda graciosamente até Pandora, abaixa apenas um joelho e a cabeça solenemente como se estivesse prestando um juramento. Calma e suavemente sua mão envolve um dos pés de Pandora, primeiro por cima e em firme carícia o envolve até a sola. Depois o traz até os próprios lábios, beijando o pé de Pandora com a cabeça levemente inclinada e pela primeira vez a olha nos olhos - voraz intensidade.
Os cabelos castanhos e ondulados de Eros roçam levemente no pé e perna da cantora enquanto ele alterna entre adorar sua pele com a boca e devorá-la com os olhos. Traçando voluptuosamente um caminho do pé à virilha de Pandora, ele mantém a perna dela por cima de seu ombro, fazendo com que ela fique cada vez mais aberta para ele.
Eros então passa suavemente a língua superficialmente por toda a extensão da buceta de Pandora, finalizando naturalmente o movimento ao roçar também com seu queixo bem desenhado e barba por fazer. Ela estremece e começa a gemer baixinho. Sua voz é doce e levemente aguda, sublime.
Eros separa gentilmente os grandes lábios dela com uma mão e com dois dedos da outra ele a penetra e pressiona seu clitóris por dentro, em um movimento de gancho.
Mas aguarda para chupá-la. Beija o coraçãozinho, a virilha, os lábios, deixando a barba por fazer roçar por todo o lugar, mas ainda mantém seu clitóris apenas exposto. Pandora geme cada vez mais alto e seus quadris se movimentam ávidos, clamando pela finalização.
Habilmente, mantendo o ritmo, Eros olha para Domme Talita como quem pede permissão. Recebe uma chicotada na bunda e aquiesce.
Ele começa a usar língua finalmente, com um movimento ritmado, algo circular e com pressão. Inicia perto do clitóris, um pouco acima, apenas esbarrando nele. Os gemidos de Pandora entram em uma constante elevação, pois Eros mantém o ritmo mas aumenta a proximidade com o clitóris e a pressão, tanto da língua quanto dos dedos que ainda a penetram e pressionam por dentro.
Até que o gemido de Pandora muda, agora mais contínuo e agudo, mostrando sua amplitude vocal de cantora e ficando claro que ela está bem próxima de gozar. Eros então segura seus quadris com ambos os braços e a morde, atravessando seu clitóris com seu dente afiado no momento exato em que Pandora goza.
Pandora grita de puro êxtase sem restrições, no que só poderia ser descrito como um pulo duplo de um orgasmo vampírico.
Eros volta para a posição de joelhos, cabeça inclinada para baixo. Passa os dois dedos - os que a cantora deixou úmidos - pelos lábios ensanguentados e os coloca inteiros dentro da boca, degustando deleitado todo o sabor de Pandora.
Prazer e sangue.
Após, com apenas uma leve inclinação de cabeça e um sorriso tímido olha para Domme Dunsirn como quem pergunta:
- Fiz um bom trabalho Senhora?



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