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Primigênie Toreador

Guilhermino Rosa

Não há nada mais poderoso no mundo do que narrativas. Poesias, jornais, novelas, histórias. E toda narrativa merece ser apreciada, degustada, contemplada. São elas que controlam como percebemos o mundo. E é Guilhermino Rosa que seleciona as narrativas. 

“Quando escrevo, repito o que ja vivi antes. E para estas duas vidas, um léxico só não é suficiente.”

Agradabilidade, superficialidade, beleza com um recheio de chantagem, sadismo e vinho, são os temperos do banquete oferecido por esta nova Primigênie. Guilhermino Rosa muda de estética e de estilo de acordo com a moda da década, vivendo sempre em pele de cordeiro em meio à gandaia mortal que lhe serve de inspiração e alimenta sua sede insaciável por novas histórias. 

 

Sua promessa, ao assumir o novo cargo, é trazer a glória e os louros novamente aos Toreadores. Para sua visão, o Clã da Rosa não tem metade do protagonismo que merece, e, para ajudá-lo com sua missão, ele conta com Ruy Barbosa, um Ancião Toreador que vive sua não-vida como patrocinador de talentos. 

 

O Rosa acredita que toda história merece um final e pode ser terminantemente cruel quando decide ele mesmo encerrar uma.

— Guimarães Rosa

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