top of page

Ticket - Downtime

Público·18 membros

Post Fixado

O Nosferatu
Você agora é oficialmente um Membro da Noite!

Membro da Noite

Ticket - Downtime: Como funciona?

Para suprir a demanda dos nossos jogadores, que amam seus personagens e possuem mil ideias do que eles estariam fazendo entre as sessões, criamos o Ticket Downtime.


O Ticket será escrito assim como sua resposta, ele terá um grupo na comunidade do Rio das Trevas. Em até uma semana após adquirir o Ticket você será marcado no grupo, e acionado pelo whatsapp, para colocar suas ações. Uma vez que coloque suas ações, o Narrador que abriu seu ticket irá responder em até 48 horas.


O Timeskip entre as sessões é de um mês. Ou seja, entre as sessões da GoB os personagens tem o período de um mês de Downtime para agirem. 


O jogador pode indicar três ações que o personagem estaria fazendo nesse período. A escrita do jogador deve ser objetiva para que o narrador entenda o que o jogador deseja, e como ele pretende atingir seu objetivo.


E…


159 visualizações
O Nosferatu
Você agora é oficialmente um Membro da Noite!

Membro da Noite

[ABERTURA TICKET - 10031] Personagem: Sir Erik

Por favor, @Daniel Braga  comente nesta postagem as suas TRÊS ações, nesse Downtime.


Lembrando que as ações se passarão no período de um mês. ⏳


Seja o mais clara e objetivo possível com a intenção destas ações, podendo coloca-las em tópicos ou em parágrafos descritivos.

31 visualizações

Personagem: Sir Erik Rothschild-Hardestadt


Intenção geral: Depois dos acontecimentos recentes, incluindo a Diablerie, a perda de 2 pontos de Humanidade, a passagem da 12ª para a 11ª geração e o recebimento de 20 XP vinculados às possibilidades abertas pelo Ravnos diablerizado, Erik usa este mês para assimilar mecânica e narrativamente a nova força de seu Vitae, com a intenção de elevar sua Potência de Sangue de 1 para 2, estreitar laços com a hierarquia Ventrue para seguir seu desejo  e ambição e iniciar uma trilha de reconstrução íntima após a queda do seu lado Humano pelas Besta provocada pelo Amaranto.


Ação 1: Gasto de XP da Diablerie e aumento de Potência de Sangue e Defeito de Disciplina sem custo.


Erik pretende gastar os 20 XP recebidos pela Diablerie para aumentar sua Potência de Sangue de 1 para 2, conforme orientação da narração de que o XP da Diablerie pode ser usado para Potência de Sangue e Disciplinas. A compra de Defeito Mítico inglês Mythic Flaw: Ingrained Discipline em Presence: Egomaniac , do livro V5 Tattered Façade Pag. 108-109 para futuramente comprar outros poderes de Presence.


Na prática, Erik dedica parte do mês à assimilação da Vitae conquistada. Ele recolhe-se em seu refúgio, reduz compromissos supérfluos e passa a observar as mudanças no próprio corpo morto. registra com curiosidade, com arrogância e também com disciplina quase clínica, cada alteração de sua Fome, da temperatura do sangue, da intensidade da sua Presença, da capacidade de a forma como impõe sua vontade aos outros . 


O sangue herdado de Hardestadt, mais de uma vez , atravessado pela violência do Pecado capital  Cainita, exige compostura, etiqueta, finalidade e vigilância, visto que ele a torna cada vez mais egomaníaco… 


Objetivo: Ampliar seu poder para se aproximar de seu falecido Mawla.


Ação 2: Estreitar laços com os NPCs Ventrue, O Hardestadt, o Primogênito e o Príncipe


Erik teria agendado, ao longo deste mês, uma apresentação formal diante do Board do Clã Ventrue da cidade e, conforme a etiqueta local permitir, perante o seu Superior na sua Pura Linhagem, o seu Primogênito e o seu Príncipe. Ele buscaria cumprir a forma correta da Torre, passando pela hierarquia do sangue, do clã e do Board, respeitando protocolos, precedências de Domínio etc. 

Na prática, Erik teria agendado desde que chegou no Rio . A Joia do Círculo Interno da Torre,Emanuel Hardestadt; o poderoso Primogênito Lemer e, se a hierarquia considerar apropriado, o absolutista Príncipe Kauã Silva, para formalizar sua presença no Clã e do Principado do Rio das Trevas. Ele deseja ser aceito de acordo com as Tradições, apresentar sua utilidade, demonstrar respeito pela estrutura local e transformar sua chegada em vínculo político real. Erik oferece serviço, informação, etiqueta, análise e continuidade, mas demonstra ambição por posição.


A cena desejada é solene, curta e precisa. Erik se apresenta vestido com sua sobriedade aristocrática e extravagante rubra, corte impecável, perfume discreto e a postura de quem aprendeu cedo que salões antigos são bestiais. A educação dele surge como instrumento de leitura. Cada cumprimento calcula precedência. Cada pausa concede espaço à autoridade alheia. Cada frase carrega uma lâmina embainhada em tecido de veludo caro e precioso.

A Noblesse oblige, em sua boca, surge sinceramente e sem nenhuma dissimulação como dever, como decoro, como prova de lealdade e como responsabilidade. Para Erik, o privilégio do mais Alto Clã exige isso. 


Ele afinal tem em seu imaginário vampírico que está diante daqueles que sustentam a Torre Carioca. Fala com orgulho, erudição, educação e contenção, reconhecendo que a “Kamarilla” respondeu fortemente ao insulto da peça teatral presenciada por seu irmão consanguíneo Abraham e que tal resposta demonstrou a dignidade, a seriedade e capacidade de reação do Clã dos Reis.

Diante destes Erik pediria para ser aceito formalmente no Clã e na “Kamarilla” do Rio, de acordo com as Tradições, reconhecendo a autoridade do Principado, a precedência da hierarquia local e o direito da Corte de avaliá-lo por suas ações. Ele se apresentaria e recitaria sua linhagem:


“Sou Sir Erik Rothschild-Hardestadt; sou Neófito Ventrue reconhecido pela Camarilla Londrina, Aceito pela Rainha Anne de Londres;

Sou Cria de Esther Rothschild,

Grã Cria de Nathan Mayer Rothschild,

Grande Grã Cria de Jakob Fugger,

Grande, Grande Grã Elisabeth Grattermann,

Grande, Grande, Grande Grã Cria de Hans Fugger,

Grande, Grande, Grande, Grande Grã Cria de Hardestadt.”


Ele recitaria orgulhoso, solene e soturno sua Linhagem Pura de Hardestadt até o Fundador Ventrue da Torre, sem seguir além dele, (obs: como sugere sua Ficha de Conhecimento) e usando Voz de Hardestadt, nível 1 de sua Linhagem de Sangue, como efeito narrativo.  A voz atravessaria o ambiente com nitidez, acima do ruído. 


Ao final, Erik terminaria o efeito, voltando a sua postura anterior da sua posição perante os Anciões do seu Clã presente. Ele ressaltaria então que é irmão consanguíneo de Abraham, recebido pelo Príncipe Silva e que este falou muito bem do Principado do Rio, da força e firmeza da “Kamarilla” 


Depois da apresentação, Erik tenta estreitar laços de maneira prática. Ele oferece relatórios curtos sobre movimentações observadas, coloca sua Máscara de empresário carioca, seus Recursos em investimentos imobiliários, sua Influência ligada ao Banco Pactual e sua visão à disposição da liderança Ventrue. 


Por fim ele tentaria em algum momento agendar uma conversa em separado com Emannuel, para uma próxima oportunidade, acerca de assuntos de seu possível interesse, citando “sobre eventos em torno de um estádio Cainita, onde Seitas se misturam…” 


Objetivo: Mostrar ao que veio para seus Anciões e percorrer mais um passo na sua trajetoria por Status na Torre.


Ação 3: Trilha da Humanidade

Após perder 2 pontos de Humanidade, Erik dedica parte do mês a conter os efeitos internos da Diablerie cometida


Na prática, Erik procura interagir o máximo possível com seus Pilares Bianca Levy Tredler e Pedro Augusto Fernão Brasil, mantendo-os totalmente distante do mundo sobrenatural que ele habita. Ele usa essa ação contra a sua própria degradação. Bianca, com sua vida pública, sua vida como arquiteta e sua presença no mundo mortal, funciona para Erik como imagem daquilo que ele poderia ter sido se não fosse Abraçado. Já Pedro Augusto, ainda herdeiro e pequenino menino diante da escala brutal da noite, lembra a Erik de como sentia quando foi adotado por Hardestatd como seu Mawla do cuidado que este deixou seu legado para ele e outros como Emmanuel, e do quanto ele precisa usar a Máscara para se proteger e perceverar, para que o menino nunca tenha que presenciar sua morte-final como o Grande Traidor da Ralé tirou sem honra e de forma grotesca a pós-vida do maior lider da Camarilla.


Além disso Erik também revê seus hábitos como Sereia. Ele continua caçando na parte boêmia de seu bairro, especialmente no Baixo Gávea, entre bares, conversas longas, música, madrugada estudantil, artistas tardios e falidos, herdeiros decadentes e corpos vivos que ainda acreditam estar escolhendo seus próprios abismos. Entre a luz amarela de bar, asfalto úmido, garçons simpáticos mas cansados, perfume caro, cerveja derramada e  narcóticos dos mais diferentes tipos, o Ventrue inglês se move para cantos escuros, arbustos com pouca iluminação ou para apartamentos próximos para se alimentar de meninas, menines ou meninos seduzidos e sem nenhuma chance de não serem provados. A caçada permanece ligada ao ápice do prazer que dá o sabor para o Sangue que ele precisa.


Ele também procura seus amigos de coterie ligados à Ficha de Conhecimento Controle das Massas. Felix, o Gangrel, Fleury, o Ravnos, e Fausto, o Nosferatu, funcionam como um contrapeso inesperado ao isolamento aristocrático de Erik. Com eles, Erik tenta manter contato, ouvir relatos, entender como a cidade funciona debaixo da Torre e lembrar que a autoridade que alguma noite pretende exercer atravessa tudo isso. A presença deles ajuda a relembrar sua missão sagrada como o mais Alto Clã.


Por último, Erik também procura Trinca Ferro, seu recente aliado, talvez o Membro mais humano que ele conheceu desde sua chegada (e de todos os seus 70 anos de existência como humano, ghoul e Cainita). A humanidade dele é como uma resistência estranha, quase ofensiva  e nada ingênua. Uma prova de que a Noite ainda comporta algum calor moral. Erik observa nele gestos pequenos: a maneira como fala dos gado, a forma como pondera antes de agir, o cuidado que não pede nenhuma plateia. E sua ligação com seus animais, em especial com seu pássaro, tão frágil, tão esmagável, tão necessitado de proteção. Essa proximidade incomoda Erik porque expõe a frieza que ele aprendeu a chamar de educação. Ao mesmo tempo, essa convivência oferece um modelo raro do que ele precisa neste momento.


Com o gasto integral dos 20 XP da Diablerie em Potência de Sangue 2, Erik não teria saldo desse XP especial para comprar Humanidade neste downtime (em verdade, nem poderia). O 1 XP normal restante permanece guardado. A intenção desta ação é criar base narrativa para uma futura recuperação de Humanidade de 4 para 5, quando tiver XP suficiente.


Objetivo: iniciar uma trilha de reconstrução de Humanidade de 4 para 5 no futuro, preservar seus Pilares, manter vínculos com sua coterie e aproximar-se de Trinca Ferro como referência de humanidade possível.

[ABERTURA TICKET - 10030] Personagem: Priscilla Nunes.

Por favor, @tatianabarbirato comente nesta postagem as suas TRÊS ações, nesse Downtime.


Lembrando que as ações se passarão no período de um mês. ⏳


Seja o mais clara e objetivo possível com a intenção destas ações, podendo coloca-las em tópicos ou em parágrafos descritivos.

68 visualizações

Priscilla vai responder a carta do Caius. Ver com Ilíada o negócio do refúgio comunitário do metrô e falar com Eleonor

[ABERTURA TICKET - 10032] Personagem: La Rouge

Por favor, @Amanda Maia comente nesta postagem as suas TRÊS ações, nesse Downtime.


Lembrando que as ações se passarão no período de um mês.


Seja o mais claro e objetivo possível com a intenção destas ações, podendo coloca-las em tópicos ou em parágrafos descritivos.

70 visualizações
O Nosferatu
O Nosferatu
anteontem

[TICKET FECHADO - @Amanda Maia]

bottom of page