Nosso Káka doppelgänger fez sucesso: sorriu, apertou mãos, foi um pitel…
Coisas que apenas a arapuca armada pela dupla improvável conseguiria puxar. E, quer saber? A confiança dos fãs do sr. Silva foi às alturas.
Agora, não sei quem foi menos sensato que quem, se a formação se embebedou de confiança, sangue podre ou Delírio, ou apenas queria um registro de uma das situações mais vampiro-cariocas possíveis.
Eu tenho um fraco por neófitos abusados~
Mas, após uma performance impecável, um ensaio fotográfico fortíssimo foi feito. Um trabalho poderoso, intimista, único! Quiçá disruptivo, definitivamente único.
Um ensaio completo, despido de qualquer pudor. Deixe-me deixar isso ainda mais claro: nu, pelado, naked, sem qualquer ROUPA.
Nu. Dis. Mérrimo.
Sob as talentosas lentes da, agora chicote malkaviana, Ana e da direção cuidadosamente detalhada (e põe detalhe nisso) da, agora princesa, Matheus, foi criado um dos registros mais… bem, registrados… da forma única do nosso grande monarca.
Mas será que uma exposição como essa criaria uma narrativa de vulnerabilidade, uma afirmação narcisista ou apenas uma memória hilária?
É uma questão…
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Quer ver o resultado dos registros?
